Território, fruto e biodiversidade
Quem produz? Onde nasce? Quais histórias, saberes e características estão por trás do ingrediente?
5ª ediçãoO Ane Cakes Fair parte da confeitaria para revelar uma cadeia muito maior: ingredientes, produtores, pesquisadores, criadores, cultura, turismo, negócios e territórios que transformam sabores brasileiros em experiências.
O território não aparece como um cenário separado da feira. Ele nasce das pessoas, dos saberes e das experiências que fazem a confeitaria acontecer.
Este vídeo ajuda a apresentar essa trajetória e prepara o visitante para enxergar a 5ª edição como uma jornada: da formação à criação, da criação à origem e da origem à experiência.
O cupuaçu será tratado como ponto de encontro entre território, biodiversidade, conhecimento, criatividade e mercado. A proposta é transformar descoberta em experiência e experiência em conhecimento que continua circulando.
Quem produz? Onde nasce? Quais histórias, saberes e características estão por trás do ingrediente?
Características, processamento, técnicas e diferentes formas de transformar o cupuaçu em produto e experiência.
Chefs, confeiteiros e criadores experimentam combinações e apresentam novas leituras de ingredientes brasileiros.
Pesquisadores, produtores, especialistas e criadores compartilham conhecimento e mostram como ele pode gerar novas possibilidades.
Criações a partir do cupuaçu em diálogo com outros ingredientes brasileiros, conectando repertórios e territórios.
Sabores, ingredientes, território e cultura alimentar apresentados de forma adequada às crianças, estimulando curiosidade e repertório.
Cada município ou território participante poderá apresentar ingredientes, memórias, referências e saberes. Em vez de dezenas de espaços desconectados, a exposição Brasil que Cria transforma essas contribuições em uma narrativa coletiva.

Um território onde cacau, gastronomia, cultura, natureza e hospitalidade podem fazer parte da mesma história.
Conheça a origem da matéria-prima e as pessoas que fazem essa história começar.
Descubra como ingredientes, técnicas e criatividade se transformam em experiências.
Amplie a experiência para além da mesa e descubra a paisagem, a cultura e a biodiversidade da Costa do Cacau.
Conecte visitantes a lugares, pessoas e experiências que permitam viver a história fora da feira.
A feira conecta os dois sem confundir suas funções. A dimensão comercial deverá aproximar produtores, indústria, fornecedores, empreendedores, marcas, compradores, profissionais, gastronomia, turismo e parceiros internacionais.
Origem e capacidade produtiva encontram empresas interessadas em desenvolver relações.
Quem cria e quem fornece se aproximam em um ambiente pensado para conexões intencionais.
Produtos e soluções ganham espaço para apresentação, relacionamento e novas oportunidades.
O sabor experimentado na feira pode se transformar em vontade de conhecer sua origem.
Depois de provar um chocolate, conhecer um produtor, descobrir o cupuaçu ou compreender uma criação, a pergunta muda: onde posso viver essa história?
Experiências ligadas à produção, ao território e às pessoas que cultivam a matéria-prima.
Lugares onde ingredientes locais se transformam em produtos, receitas e experiências.
Uma jornada que conecta sabores à paisagem, à cultura e à identidade regional.
Conexões que ajudam o visitante a transformar curiosidade em permanência e descoberta.
A nova visão da feira busca democratizar o acesso, ampliar ações formativas, incorporar acessibilidade desde o planejamento e registrar parte do conhecimento desenvolvido durante a edição.